Alguns fatos sobre a cerveja na Alemanha

Inspirada por alunos que moram na Alemanha e me contam que tem dificuldades, na hora de pedir uma cerveja no Bar (Kneipe), preparei algumas dicas e curiosidades sobre as cervejarias e ou cervejas na Alemanha..
Que a Alemanha é famosa pela cerveja, ninguém duvida. Mas aqui estão algumas coisas que você não sabia sobre a cerveja no país e que todo bebedor deveria saber antes de virar o caneco.

Lei de pureza é coisa do passadefaultdo

A Alemanha é pelo menos tão famosa por sua obsessão pelas regras quanto por sua cerveja. O antigo Preceito de Pureza, decretado há quase 500 anos, estipula que a bebida deve conter apenas água, lúpulo, malte e levedura. Mas, ao contrário do que muitos creem, ele já não vigora mais, tendo sido anulado pela União Europeia em 1987. Apesar disso, muitos cervejeiros ainda seguem a receita tradicional.

Artesanais em alta

Apesar do Preceito de Pureza (Reinheisgebot) ter caído há quase três décadas, nos últimos anos as cervejas artesanais decolaram. Seu mercado cresceu sobretudo em Berlim, onde parte dos novos cervejeiros são de fora do país.

Campeões de consumo são outros

Embora a Alemanha produza um terço das 15 mil variedades de cerveja do mundo e ostente 1.500 cervejarias, os alemães não levam a medalha de ouro em termos de consumo. No país, cada um “só” bebe uns 110 litros (de 300 a 320 cervejas) por ano. A campeã mundial de consumo, com 140 a 150 litros per capita, é a República Tcheca – afinal, país da pilsen.

Preste atenção onde você está

Pode-se pedir cerveja em qualquer bar na Alemanha – mas não qualquer cerveja. Muitos só oferecem a variedade local mais uma pilsen. Se você pedir “Ein Bier, bitte”, o garçom não vai perguntar qual tipo, mas sim trazer uma caneca ou copo da cerveja local. Em Munique, será uma Hefeweizen ou “Helles”; em Colônia, uma Kölsch, em Hamburgo, uma Astra, e assim por diante.

O copo certo

Não é apenas importante pedir a cerveja certa em cada cidade: cada variedade de cerveja tem seu tipo apropriado de recipiente. A Kölsch, por exemplo, vem num copo de vidro fino de 200 ml. A Hefeweizen se bebe ou numa tulipa de meio-litro, abaulada no alto, ou na caneca tradicional. O copo da pilsen mais parece uma taça de vinho com uma barriguinha de cerveja.

Cerveja… e o que quer que seja

Num país que colocou sob decreto os ingredientes da cerveja, pode-se pensar que todos são puristas. Porém mesmo o alemão mais beberrão de vez em quando mistura a sua cerveja com coisas inimagináveis em outros lugares. Cada combinação tem seu nome especial: o “Radler” é com soda limonada ou Sprite; há inúmeros apelidos para a cerveja com coca-cola. E uma “russe” é metade Hefeweizen, metade Sprite.

Não jogue a garrafa fora

Também famosos por sua consciência ecológica, os alemães são ávidos recicladores. Em geral se paga um depósito por todo casco, como incentivo para que ele seja devolvido, em vez de jogado fora. Como cada garrafa plástica vale 0,25 euro e as de vidro, 0,08 euro, é preciso beber muita cerveja para fazer a viagem de volta até o supermercado valer a pena. Portanto, “prost”!
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História dos Zoológicos alemães

Os zoológicos pelo mundo fazem parte de sua cultura, não apenas do ponto de vista turístico, como também um lugar adorado pelos moradores da cidade.  Todos que os visitam,  tem uma curiosidade natural  em saber como eles vivem e como é o o habitat desses belos espécimes. Na Alemanha  e na Áustria também não é diferente. Os zoológicos na maioria das cidades são muiro antigos , muito importantes e queridos pelos cidadãos. Aqui um pouco da história ilustrada dos zoológicos da Alemanha e Áustria, onde todos os anos, mais de 70 milhões de pessoas os visitam,  para ver tigres, antas, tucanos e outros animais. Ao longo do tempo,  os locais mudaram para melhor e para o bem estar desses animais.

Os pandas estão chegando!

Árvores de escalada, um riacho artificial, plantio de espécies adequadas – a chegada dos ursos panda Jiao Qing (foto) e Meng Meng é acompanhada de muito burburinho. O espaço para pandas-gigantes no Zoológico de Berlim está pronto para receber os ilustres convidados chineses. Mas nem sempre os anfitriões foram tão cordiais com outros animais, como demonstra a história.

Primeiro zoológico na Alemanha

O Jardim Zoológico de Londres inspirou Martin Hinrich Lichtenstein de tal forma que o professor de zoologia quis construir algo semelhante na Alemanha. Em 1841, ele conseguiu convencer o rei prussiano. O monarca disponibilizou 22 hectares do parque berlinense Tiergarten – literalmente “jardim dos animais” – para neles criar o primeiro zoo do país.

A chegada dos primeiros animais

Os “reservatórios abertos de animais” passaram a abrigar a partir de 1845, entre outros, dois quatis, três raposas polares, um chacal, dois texugos, 24 macacos e o presente de um príncipe: três ursos siberianos. Em 1846 vieram leões e tigres; em 1857, os primeiros elefantes; em 1861, a primeira zebra. O lado triste da história: muitos dos animais morreram em sua nova casa.

Animais exóticos em Viena

O Jardim Zoológico de Viena, o Tiergarten Schönbrunn, registrou em 1906 o nascimento do primeiro elefante em cativeiro. Em 1914, com quase 3,5 mil animais de 717 espécies, o Tiergarten era um dos maiores zoológicos do mundo e, assim, um exemplo para os berlinenses. Schönbrunn é hoje o zoo mais antigo do planeta e o mais visitado da Europa.

Precursores principescos

Na segunda metade do século 19, muitos zoológicos foram abertos em curto espaço de tempo em regiões de língua alemã. Depois de Berlim, vieram, entre outros: Frankfurt, Colônia, Hamburgo, Basileia, Leipzig e Szczecin. Em 1571,
rei prussiano Guilherme 4° já possuía um parque selvagem que usava somente para caça e no qual mantinha espécies “estrangeiras” para pesquisa dos naturalistas em sua corte.

Patrimônio histórico versus bem-estar animal

Muitas áreas cercadas, como esta casa de antílopes (foto da construção) foram construídas no século 19 no zoológico berlinense, tentando refletir a origem exótica desses animais. Apesar do requinte estético, tais espaços não correspondem ao bem-estar animal. E uma reforma não é possível porque o serviço de patrimônio histórico rejeita qualquer mudança na construção.

Educação e recreação

No século 20 também foram abertos muitos aquários na Alemanha. Além disso foram instalados também parques transitáveis de macacos, parques marítimos e de aves, ou até mesmos parques de safári onde se pode interagir com os animais a partir do próprio carro. Na esteira do milagre econômico dos anos 1950 e 1960, cidades menores também ergueram seus próprios zoos e parques de animais.

Zoo como jaula

O pós-Guerra presenciou um boom dos zoos. O zoológico se tornou um lugar de observação ao vivo. Nesse contexto, o real bem-estar dos animais assumiu um aspecto secundário. Grades e fossos separavam leões, tigres e elefantes dos visitantes. Somente nos anos 1970 a pesquisa passou a se dedicar à psicologia animal e a tentar mudar o conceito das antigas jaulas dos bichos.

De volta à natureza

Marcos dessa nova compreensão foram os espaços sem grades, construídos pelo naturalista Carl Hagenbeck (1844-1913) em Hamburgo. No “geozoo” de Munique, os animais são mantidos não de acordo com critérios sistemáticos, mas segundo continentes: leões ao lado de zebras, girafas ao lado de elefantes. Em Colônia, zonas verdes fazem recintos confinados se parecer com o habitat natural dos animais.

Futuro dos zoológicos

Jaulas estreitas e caixas de concreto estão em declínio. O futuro também depende da administração correta. Por esse motivo, algumas instituições zoológicas decidiram desistir de seus recintos de elefantes, como foi o caso do Jardim Zoológico de Frankfurt. Com uma área total de 11 hectares no centro da metrópole financeira, ele não podia proporcionar espaço suficiente para os animais.

Pesquisa no zoológico

Os zoológicos cultivam espécies para reintroduzi-las na natureza selvagem. Eles também esclarecem os visitantes sobre os habitats dos animais e lutam pela preservação ambiental. Críticos reclamam, no entanto, que não se pode justificar eticamente que animais sejam mantidos em zoos. Em vez de aprisioná-los, dizem os opositores, deveria ser feito mais por seus habitats naturais.

Habitats e lazer

Todos os anos, mais de 70 milhões de pessoas visitam zoológicos na Alemanha. Muitos deles dispõem, atualmente, de uma ampla oferta de lazer, incluindo parques de aventura, restaurantes temáticos e carrosséis. Recentemente, o zoológico de Colônia inaugurou uma fazenda em que o visitante pode observar mais de perto vacas e cabras, ampliando assim a riqueza de experiências dos moradores da cidade.
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Expressões alemãs inspiradas na natureza

Como já vimos antes, existem várias expressões idiomáticas em todas as línguas. Como falamos da língua alemã, seguem  algumas expressãoes inspiradas na natureza,que podem eventualmente gerar confusão,  se interpretadas literalmente. Aproveitando a chegada do verão europeu, vamos aprender algumas relacionadas ao tão esperado verão e a  natureza.

“Schnee von gestern”

Em lugares frios, mas não tanto, pode ser difícil identificar a neve como tal, um dia depois de ela ter caído. Ou o calor das ruas e os calçados dos pedestres a transformam em lama cinzenta, ou os raios solares a derretem. Quando algo é “neve de ontem” para um alemão, trata-se de um argumento que não é mais relevante, que perdeu a contundência.

“Den Bach runter gehen”

Conversando com uma pessoa mais idosa, é comum ouvir-se que as coisas estão “indo riacho abaixo”. E ela não está se referindo a um passeio de canoa, mas sim a uma irremediável perda de valor, seja no comportamento dos jovens de hoje, seja na qualidade da comida no supermercado. E nem mesmo um bote de salvamento será capaz de trazer os bons tempos de volta.

“Jemandem einen Vogel zeigen”

Excetuado um ou outro ataque aéreo com dejetos, para os habitantes das cidades a maioria dos pássaros é inofensiva. “Mostrar um pássaro” para alguém, contudo, pode não machucar, mas tem chances de ofender. O gesto correspondente é levar o dedo indicador à cabeça, sinalizando: “Está maluco?” No trânsito, uma pergunta retórica que pode sair cara, pois implica multas de até mil euros.

“Katzensprung”

Em alemão, dizer que algo está apenas a um “pulo de gato” nada tem a ver com a proverbial esperteza do felino: trata-se apenas uma distância curta. Uma alusão que pode ser bastante enganosa, considerando-se tanto a disposição atlética dos gatos quanto a preguiça humana.

“Schilderwald”

Uma “floresta de sinais” pode, mas não necessariamente tem que despontar entre as árvores. No país conhecido mundialmente por sua propensão à ordem, de vez em quando as autoridades de trânsito se empolgam demais com a sinalização. E aí, o que fazer ao se ver, de uma vez só, dez sinais indicando coisas diferentes? Simplesmente seguir dirigindo, pois com certeza haverá mais sinalização à frente.

“Das Gelbe vom Ei”

Num ovo, é na gema onde se encontra o maior número de nutrientes. Portanto, a não ser que se esteja preparando um suflê, ela é sua parte mais valiosa. Na linguagem coloquial alemã, falar de “o amarelo do ovo” indica algo de excelente qualidade. Curiosamente, a expressão é mais frequente em contextos negativos, para relativizar o valor de um bem ou de um desempenho.

“In der Pampa”

Essa expressão talvez não agrade aos gaúchos. Na Alemanha, estar “no pampa” é se encontrar no meio do nada, lá onde Judas perdeu as botas. Pois, apesar da beleza das amplas planícies cobertas de vegetação rasteira característica na parte meridional da América do Sul, para os alemães a expressão só reteve a conotação de local desabitado e distante.

“Schwein haben”

Apesar de eles serem úteis e bons de se comer, grande parte da população do planeta não considera os porcos os animais mais atraentes e fofinhos. Mas na terra da wurst, do schnitzel e do eisbein, os suínos não só são os bichos mais consumidos, como os alemães desenvolveram uma relação especial com eles. Portanto, para quem “tem porco”, há motivo para se alegrar: essa pessoa tem sorte.

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Algumas das cidades encantadoras da Áustria

No meu útimo Post, dividi com vocês algumas das cidades históricas da Alemanha. Agora é a vez da Áustria. Separei algumas das cidadezinhas antigas mais encantadoras da Austria. Espero que gostem e que possam visitá-las em breve.

Gmunden – Am Gemünde der Traun

As margens do Traunsee , essa cidade foi documentada pela primeira vez no ano 909. Com várias casas em estilo gótico, foi uma das cidades mais importantes para o comércio de ouro  branco.,

 

Hallein

Situa-se na região der Salzach – Documentada em 1198, com casas imponentes da idade media e ruelas encantadoras. .É dividida em dois braços! Die “Salinenhallen”  e a “Salzbergwerk” que nos fazem lembrar, não só a importância do sal para a nossa vida, como também uma fonte de riqueza e poder da época..

 

Lienz

 É uma cidade medieval no Tirol, datada da idade do Bronze. Nos séculos 11/12 foi elevada a cidade pelo conde von Görz. Daquela época ainda pode-se visitar o castelo “Schloss Bruck” e o convento ” Karmeliterkloster”

 

 

Bad Ischl – Des Kaisers große Liebe

 

O Imperador viajava muito pela Áustria, mas em nenhuma outra região da Áustria, pode se sentir tanto  a história como na região de ” Salzkammergut”.Em 1849 o imperador Francisco José residiu nessa cidade. Foi aqui também que ele ficou noivo de sua então futura esposa Elizabeth. Nessa época mudaram-śe para lá vários artistas, pintores e nobres, como por exemplo Franz Lehar que compos 24 Operetas nesse lugar.É  muito frequentado pelas águas termais.

 Baden bei Wien

Baden foi elevada a cidade em 1480,pelo imperador Fridrich III sendo que o primeiro registro data do ano de 869.  Após o ataque Turco ela teve que ser novamente reconstruída. Também considerada uma cidade de águas termais e vinhedos, é ainda muito visitada, principalmente pelos austríacos.

 

Bludenz

A cidade alpestre Bludenz, situa-se no centro de uma região clássica dos Alpes. A fundação da cidade ocorreu em 1265.

 

 

 

Braunau

Linda e ainda com o centro histórico da cidade preservado, foi elevado a cidade no ano de 1260 e foi um importante centro de comércio, cultura e economia para a região.

 

 

Mariazell 

Mariazell  fica ao norte da região dos Alpes, e é considerado o mais importante santuário de maria da Europa. No ano de 1157 o Monge Benedictino Magnus trouxe uma estátua de Maria talhado em madeira. Daí o surgimento do nome da cidade.

 

Eu poderia descrever uma história mais detalhada de todas essas cidades e mais muitas outras, mas precisaria de um Blog todo só para isso, portanto foi o resumo do resumo. Mas se quiserem saber mais ou mais especificamente sobre qualquer dessas cidades, deixem um comentário que terei o maior prazer em fazê-lo.
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Alguns dos mais belos centros históricos da Alemanha

Todos sabem sobre a antiguidade desse país, que data do sec. VIII com o “Sacro Império Romano-Germânico”
O Termo “germânico”era e é  usado para referir-se aos grupos étnicos oriundos da idade do Bronze Nórdica, que falavam línguas germânicas e ocupavam a chamada GERMÂNIA.
Por isso toda a Alemanha, juntamente com os outros países da Europa, formam por si só  um  centro histórico. Como não dá para mostar todos eles, foram selecionados alguns. Para aqueles que gostam e curtem história, vale a pena dar uma olhada ou se puderem fazer uma visita nesses lugares maravilhosos.

Lübeck

O centro antigo de Lübeck, no norte da Alemanha, é cercado pelos braços de um rio. A cidade enriqueceu graças ao comércio no final da Idade Média e várias casas testemunham a prosperidade daquela época. Cerca de 1.800 prédios são protegidos pelo patrimônio histórico. Em 1987, a parte antiga da cidade entrou para a lista de patrimônios mundiais da Unesco.

Wismar

Lübeck e Wismar têm muito em comum, ambas ficam junto à água e foram declaradas patrimônio mundial pela Unesco. O material dominante nos prédios é o tijolo vermelho. Especialmente interessantes em Wismar são três catedrais, o porto e o centro histórico, com as belas fachadas de tijolos

Quedlinburg

Também Quedlinburg, na região de Harz, está na lista da Unesco desde 1994, com a igreja de São Servatius, uma obra-prima arquitetônica do estilo românico, o castelo e o centro antigo. Em cerca de 80 hectares estão concentradas 1.200 casas construídas em estilo enxaimel ao longo de seis séculos. O centro da cidade é formado pela parte antiga, de 994, e a parte “nova”, do século 12.

Görlitz

Detalhes da Renascença, do Gótico e do Barroco convivem lado a lado na cidade próxima à fronteira alemã com a Polônia. As diferentes facetas têm atraído até produtores de Hollywood. Na cidade, foram filmados “Bastardos inglórios”, “O Grande Hotel Budapeste” e “Goethe”. Este último com neve artificial nas ruas do centro histórico. Não é de admirar que Görlitz também seja chamada Görliwood.

Fritzlar

O estado de Hessen, no centro da Alemanha, é um centro do enxaimel por excelência, com mais de 400 mil casas construídas com as típicas fachadas com vigas de madeira. Elas são uma prova da habilidade dos artesãos medievais, que usavam madeira e barro para a beleza e a estabilidade das construções. Na foto, o centro histórico de Fritzlar.

Bamberg

O coração do centro histórico de Bamberg é a antiga prefeitura (Altes Rathaus). Conta-se que o bispo local não queria uma prefeitura, por isso não concedeu um terreno para a construção. Os moradores, então, ergueram o prédio no meio do rio, que hoje é uma das 2 mil edificações tombadas pelo patrimônio histórico. Em 1993, o centro antigo de Bamberg entrou para a lista da Unesco.

Heidelberg

A localização idílica junto ao rio Neckar, com a ponte antiga, o castelo e o centro histórico, atrai turistas desde o século 19. Já poetas e escritores alemães como Goethe, Hölderlin, Heine e Hegel eram fascinados pela pequena cidade, ocupada por quase 12 milhões turistas a cada ano.

 

Rothenburg ob der Tauber

Rothenburg atende todos os clichês de uma cidade antiga alemã: fortificada, idílica, cheia de vielas e muito enxaimel. O centro medieval preservado é cercado por uma muralha, sobre a qual se pode caminhar. Praticamente não há detalhes modernos na paisagem urbana. Rothenburg, junto ao rio Tauber, é uma das principais atrações da Rota Romântica, o mais antigo roteiro turístico da Alemanha.

Passau

Três rios se encontram em Passau, o Ilz, o Inn e o Danúbio, formando um estreito, em que surgiu o centro histórico barroco no século 17. A quantidade de igrejas, mosteiros e conventos (50 ao todo) é uma característica marcante. A catedral de Santo Estêvão tem o mais antigo órgão do mundo. A igreja da diocese, construída no ponto mais alto da cidade, domina a vista.

Freiburg

Ainda que o centro histórico tenha sido reconstruído após a Segunda Guerra, a cidade tem seus atrativos como a catedral construída em estilo gótico entre os séculos 13 e 16. Curiosos são os pequenos canais aquáticos espalhados por toda a cidade. Acredita-se que na Idade Média eles servissem de bebedouro para animais. E quem por engano pisar na água, tem que se casar com alguém de Freiburg!
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Palavras do alemão que se contradizem

Depois de um longo período de férias na postagem no Blog, venho com mais uma curiosidade de palavras no alemão. . Parece paradoxal. O alemão tem figuras de linguagem em que uma só palavra é formada por conceitos na realidade contrários, mas que, juntos, fazem sentido. Existem várias palavras nesse sentido. Apesar de parecer estranho, o alemão é uma língua muito lógica. No momento que se entende essa lógica o aprendizado fica muito fácil.

Handschuh – “Sapato de mão”

Em alemão, você pode usar sapatos nas mãos, mas só os fáceis de calçar, não botas ou os de salto alto. Brincadeira, é que a palavra para “luva” – “Handschuh” – literalmente significa “sapato de mão”.

Frauenmannschaft – Time feminino

A palavra “time” em alemão tem uma conotação sexista, pois “Mannschaft” contém a palavra “Mann” – “homem”. Então, quando se trata de uma equipe feminina, é preciso antepor a palavra “Frauen”– “mulheres”, ou seja “Frauenmannschaft”.

Holzeisenbahn – “Trem de ferro de madeira”

A palavra oficial para “trem” em alemão – “Eisenbahn” – é a composição das palavras “ferro” e “trem.” Mas e se o trem, como o brinquedo da foto, for de madeira? Bem, então trata-se de um “trem de ferro de madeira”.

Trauerfeier – “Festa fúnebre”

Luto e celebração soam como opostos, mas em alemão, quando justapostos, significam cerimônia fúnebre, ou funeral. A morte de um ente querido certamente não é motivo para festa, mas o termo reflete que os alemães destacam o lado positivo de um enterro, ou seja, a celebração da vida de quem morreu.

 

Fleischkäse – ou (Leberkäs na Áustria)  “Queijo de carne”

“Queijo de carne” soa como um ingrediente multifuncional para fazer um sanduíche. Mas, na realidade, ele não tem nada a ver com queijo (“Käse”). Trata-se de carne processada comida com pão, um lanche particularmente apreciado na Baviera, onde uma massa comestível compacta é chamada “Kas”.

 

Hassliebe – “Amor-ódio”

Em português, falamos em “relação de amor e ódio” para descrever um relacionamento complicado. O que parece um paradoxo, também existe no alemão, juntando as palavras “Hass” – ódio – e “Liebe” – amor. Na foto, o ator alemão Klaus Kinski agarra o cineasta Werner Herzog nas filmagens de “Cobra Verde”, em 1987. Na realidade, os dois eram muito amigos e fizeram vários filmes juntos.

Wahlpflichtfach – “Disciplina de escolha obrigatória”

Até que ponto uma “escolha obrigatória” é democrática? “Wahl” – escolha – “pflicht” –obrigatoriedade –”fach” – matéria, disciplina. Portanto: a “disciplina de escolha obrigatória”. No ginásio do ensino médio alemão, os alunos são obrigados a escolher disciplinas e descartar outras.

 

Notausgang – “Saída de emergência”

Pela forte influência do inglês, a palavra “Not” tem uma conotação negativa, pois significa “não”. Mas, no alemão, “Not” significa “emergência”. Portanto, não se confunda com “Notausgang”, pois é a saída de emergência.

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Natal na Austria

Sendo eu austríaca vou contar um pouco sobre a comemoração de natal na Áustria. Ele não difere muito da Alemanha, Como é inverno o natal é muito lindo e iluminado. È uma tradição que já tem  anos e continua sendo comemorado igual.
1. Adventkranz & Adventkalender
No primeiadventkranzro domingo de “advento”, todas as casas já estão preparadas com a coroa de advento, que representa os quatro domingos  que antecedem o Natal. No primeiro domingo acende-se uma vela, no segundo duas e assim suscessivamente até o útimo domingo antes do Natal, quando as 4 velas são acesas. Enquanto isso escuta-se músicas de natal e come-se algumas guloseimas, Com o Adventkalender eles contam os dias que faltam para o dia 24 de dezembro, abrindo uma janelinha por dia.

2. Barbarazweig
Dia 4 barbarazweigde Dezembro é um dia chamado de Barbaratag,Nesse dia de manhã corta-se um galho da cerejeira e o coloca em um vaso dentro de casa. Se ele continuar florindo até o dia 24/12 é sinal de sorte e saúde para toda família

3. Nikolaus & Krampus
O Santo Nikolnikoloaus vai die 6/12 de casa em casa  distribuindo guloseimas para as crianças que foram boazinhas durante o ano.. Normalmente ele vem acompanhado pelo Krampus que carrega um saco nas costas para levar as crianças malcriadas. ( como a criança nunca sabe se foi realmente boazinha ´é um pouco assustador para elas)  Eu só vim conhecer o Krampus depois de adulta. Meus pais nunca me contaram sobre ele para não me assustar.

4. Kekse backen
Os Austrindexíacos adoram doces e nessa época são assados por toda a Austria bolachas. As mais tradicionais e mais queridas são os Vanillekipferl, que eu passei a receita ano passado. (quem tiver interesse é só buscar no Blog.)

6. Christkindlmarkt
Por todachristkindlmarkt a Austria nas semanas de advento vc encontra o mercado de natal chamado de “Christkinderlmärkte”, lá se toma vinho quente e uma bebida chamada Punsch.Pode-se também comer  várias coisas e guloseimas, como marzipan ou ainda comprar enfeites e chocolates para pendurar na árvore de natal.

7. Das Christkind & der Heilige Abend
Os presengeschenktes na Austria não são trazidos pelo Papai Noel, mas sim pelo “Chriskind”. Ele é colocado como um ser santo de asas e cabelos loiros encaracolados, como um anjo. Por isso em muitas casas no dia 24/12 as janelas são deixadas abertas para que ele entre e deixe os presente sem que seja visto. Como sinal de que as crianças já podem entrar na sala e ver a árvore e os presentes é tocado um sininho.

Abreviações de SMS em alemão- Abkürzung

1,w=559,c=0.bildTodo mundo hoje possui celular, Tablet, computador e quando vão se comunicar é costume dos jovens usarem abreviações. Mesmo sendo a sua língua materna se não conhecer essas abreviações fica dificil entender o significado. No alemão elas também existem. Eles tem até um verbo para se comunicarem por SMS que eles chamam de “simsen”. Para quem quiser se comunicar via Whatsup ou por SMS ou mesmo por E-mail em alemão, vão algumas dessas “Abkürzungen” que evitam alguns desentendimentos. Claro que não consigo colocar todas(mesmo porque eu também ás vezes perco tempo tentando entender o que significam), mas talvez algumas que sejam  úteis.
bb ( bis bald)-até mais
bm ( bis Morgen) – Até amanhã
8ung ( Achtung) cuidado
mfg (mit freundlichen Grüssen) -Atenciosamente -(cuidado! essa também é a abreviação de mitfahrgelegenheit) que quer dizer caronista
gm( guten Morgen) bom dia
gn (gute Nacht) -boa noite
bd ( bis dann) até lá
ALKL ( alles klar) -tudo certo
BIGBEDI ( bin gleich bei dir)- estou chegando
TABU ( Tausend Bussis)– mil beijinhos
RUMIA (Ruf mich an) – me liga
SMS ( Servus mein Schatz) – Olá meu tesouro
ILD  (Ich liebe dich) -eu te amo
HASE (Habe Sehnsucht) -to com saudades
HEGL ( Herzlichen Glückwunsch) -Feliz aniversário
MAD (Mag dich) Te quero bem
Além desses, existem muitos outros, principalmente porque hoje não sei se por falta de tempo ou preguiça, todos querem se comunicar mais rápido. Espero ter ajudaado um pouco e junto com o texto vai uma música de uma banda alemã chamada die Fantastischen Vier, chamada “Mfg”. Espero que gostem.

Dez Clichês sobre os alemães

Em todos os países existem aqueles clichês ou “pré-conceitos” que todos nós temos a respeito de outros países. Alguns são verdadeiros e outros exagerados ou mentira. Tipo: “Os italianos falam alto e gesticulam muito”(esse é verdade). “Os brasileiros so pensam em samba e futebol.” “Alemão só come batata, bebe cerveja o dia todo e anda de calça de couro pelas ruas.”, e assim por diante. Vou passar alguns dos clichês mais comuns que se tem a respeito do povo alemão, esclarecendo assim algumas dúvidas do que é verdade ou mentira sobre eles. Mas mesmo assim deixo para que tomem a própria conclusão principalmente para aqueles que já foram ou que estão indo. Deixem um recado relatando as suas experiências quando na Alemanha! Alles Liebe

Alemão só come salsicha e chucrute

17087863_303O alemão na realidade come muita batata e pão. E os pratos tradicionais contêm muita gordura e carne de porco. Mas, nos últimos anos, a cozinha alemã se reinventou e ficou mais leve, atendendo a um gosto mais internacional.

Alemão bebe cerveja o dia todo

Os alemãe19184475_303s estão entre os principais consumidores per capita de cerveja no mundo, mas não se trata apenas de uma questão de quantidade. É porque eles prezam a qualidade de sua cerveja. Aliás, o país também tem excelentes vinhos e destilados. E, diga-se de passagem, a bebida mais consumida é o café.

Não há limite de velocidade

Há, sim! Seja em lo19180836_303cais perigosos, por questões de barulho ou climáticas, cerca de 30% dos trechos de Autobahnen têm velocidade limitada, segundo o Automóvel Clube Alemão (ADAC).

 

Todos usam calça de couro

Apenas na Bav16158004_303iera são usados o Dirndl (vestido típico) e a calça de couro. E não por todos os quase 13 milhões de habitantes do estado. Seria o mesmo que dizer que no Brasil todos andam com saia de baiana ou de bombacha, ou que todos sabem sambar.

O idioma alemão é rude

17565360_303Muitos vídeos nas redes sociais e filmes da 2ª Guerra ajudam a propagar o clichê de que o idioma alemão soa de forma ríspida. Tudo bem, não é como o francês, mas é tudo uma questão de entonação.

Alemães não são educados

Os alemães são f15637357_303rancos, mas não mal-educados. Eles vão direto ao assunto e dizem a verdade porque simplesmente não gostam de ficar falando só por falar. É preciso ver isso como uma forma de eficiência. E que o alemão é eficiente, esse sim é um dos poucos clichês que conferem.

Alemanha é o país dos cachorros

Na realida15885952_303de, a maioria das pessoas na Alemanha possui gato (28%, enquanto 23% tem cachorro). Segundo um estudo da Universidade de Göttingen, entre os animais domésticos na Alemanha há 11,5 milhões de gatos e 6,9 milhões de cachorros. Mas quando questionados sobre o animal que lhes é mais simpático, a maioria diz preferir o cão.

Alemão não tem senso de humor

O alemão nã19224860_303o acha graça nisso. Afinal, rir é universal, mas há diferenças sobre do que rimos. Achar graça de alguma coisa é uma questão cultural, e, se os bons humoristas alemães não são conhecidos no exterior, talvez seja porque só os alemães os entendem.

O alemão é severo

Talvez es17528874_303te clichê tenha surgido por causa da eficiência alemã. O alemão gosta de problemas resolvidos. Ele gosta das coisas previsíveis, por isso sabe exatamente quando chega o metrô. Mas isso não quer dizer que ele seja severo.

Schwarzenegger é alemão

O ex-govern16538405_303ador da Califórnia Arnol Schwarzenegger é austríaco, o que, para os que entendem alemão, pode ser facilmente notado no seu jeito de falar.

 

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As Bibliotecas mais impressionantes da Alemanha

Para você que vai para a Alemanha ou esta lá. Gosta de livros e cultura, vai uma dica de algumas das mais belas e impressionantes bibliotecas!!
“A única coisa que se precisa saber com certeza é onde fica a biblioteca”, disse Albert Einstein uma vez. Confira aqui uma seleção de algmas bibliotecas na Alemanha, em estilos que vão do barroco ao modernismo sem adornos.

Biblioteca Municipal de Stuttgart19451235_303

Projetada para ser um centro de produção cultural, a Biblioteca Municipal de Stuttgart foi construída em 2011, como um cubo de nove andares. As paredes externas são de tijolos de vidro levemente acinzentados. No interior, ela é totalmente branca. Os livros que revestem os cinco andares do luminoso vão interno são os únicos arroubos de cor. À noite, a biblioteca é iluminada em diferentes cores.

Biblioteca Anna Amalia19451249_303

A Biblioteca Anna Amalia é uma pequena joia em Weimar que abriga livros, mapas, partituras e registros ancestrais. O seu nome é uma homenagem à duquesa, que fez com que os livros da corte fossem transferidos para o edifício rococó em 1766. Um incêndio em 2004 destruiu parte da preciosa coleção. O prédio considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco foi reaberto após três anos de restauração.

Biblioteca Augusta19451241_303

A Biblioteca Duque Augusto em Wolfenbüttel é uma das mais antigas do mundo entre as que chegaram aos dias atuais sem perdas em suas famosas coleções. Ela foi transformada numa das maiores bibliotecas europeias de sua época pelo duque Augusto (1579-1666), um ávido colecionador de livros. Ainda hoje, os acadêmicos continuam a recorrer à instituição por sua riqueza em literatura medieval.

Biblioteca Foster19451270_303

Devido à sua forma craniana, esta instituição berlinense foi apelidada de “o cérebro”. Ela abriga as bibliotecas dos Departamentos de Filosofia e Humanidades da Universidade Livre de Berlim e logo se tornou um marco arquitetônico. Inaugurada em 2005, ela foi projetada pelo arquiteto britânico de renome internacional Norman Foster.

Biblioteca de Ciências de Oberlausitz19451824_303

Localizada em Görlitz, junto à fronteira com a Polônia, a Biblioteca de Ciências de Oberlausitz remonta a 1806. Simples, mas convidativa, trata-se de um dos mais impressionantes exemplos classicistas de prédios de biblioteca. Mais de 140 mil livros documentam a história, cultura, natureza e sociedade da região que vai de Dresden, no Oeste, até Wroclaw, no Leste.

Centro Jacob e Wilhelm Grimm19468593_303

O espetacular Centro Grimm é parte da Universidade Humboldt de Berlim. Construído em 2009, ele abriga uma biblioteca e os serviços de informática e mídia da universidade. A sala de leitura (foto) se localiza no centro do edifício. Por sua dimensão e sua concepção espacial quase cênica, ela proporciona “a sensação de ler a céu aberto”, diz o arquiteto Max Dudler

Biblioteca Estadual da Baviera19451260_303

As coleções iniciadas em meados do século 16 cresceram para mais de 10 milhões de volumes na Biblioteca Estadual da Baviera em Munique, antes conhecida como Biblioteca Regia Monacensis (Biblioteca Real de Munique). Entre 1832 e 1843, o acervo foi transferido para o prédio atual, que foi completamente destruído na Segunda Guerra. A biblioteca levou anos para ser reconstruída.

Sala de leitura Kolumba19457004_303

A sala de leitura do Museu Kolumba, em Colônia, é uma joia por si mesmo. Trata-se de um espaço para contemplação, com paredes revestidas de madeira rajada e uma vista deslumbrante para a metrópole renana a partir de suas altas janelas. Os livros? Catálogos de exposição, publicações individuais e uma coleção variável de romances, livros de arte e infantis, selecionados pela equipe do museu.
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