Alguns fatos sobre a cerveja na Alemanha

Inspirada por alunos que moram na Alemanha e me contam que tem dificuldades, na hora de pedir uma cerveja no Bar (Kneipe), preparei algumas dicas e curiosidades sobre as cervejarias e ou cervejas na Alemanha..
Que a Alemanha é famosa pela cerveja, ninguém duvida. Mas aqui estão algumas coisas que você não sabia sobre a cerveja no país e que todo bebedor deveria saber antes de virar o caneco.

Lei de pureza é coisa do passadefaultdo

A Alemanha é pelo menos tão famosa por sua obsessão pelas regras quanto por sua cerveja. O antigo Preceito de Pureza, decretado há quase 500 anos, estipula que a bebida deve conter apenas água, lúpulo, malte e levedura. Mas, ao contrário do que muitos creem, ele já não vigora mais, tendo sido anulado pela União Europeia em 1987. Apesar disso, muitos cervejeiros ainda seguem a receita tradicional.

Artesanais em alta

Apesar do Preceito de Pureza (Reinheisgebot) ter caído há quase três décadas, nos últimos anos as cervejas artesanais decolaram. Seu mercado cresceu sobretudo em Berlim, onde parte dos novos cervejeiros são de fora do país.

Campeões de consumo são outros

Embora a Alemanha produza um terço das 15 mil variedades de cerveja do mundo e ostente 1.500 cervejarias, os alemães não levam a medalha de ouro em termos de consumo. No país, cada um “só” bebe uns 110 litros (de 300 a 320 cervejas) por ano. A campeã mundial de consumo, com 140 a 150 litros per capita, é a República Tcheca – afinal, país da pilsen.

Preste atenção onde você está

Pode-se pedir cerveja em qualquer bar na Alemanha – mas não qualquer cerveja. Muitos só oferecem a variedade local mais uma pilsen. Se você pedir “Ein Bier, bitte”, o garçom não vai perguntar qual tipo, mas sim trazer uma caneca ou copo da cerveja local. Em Munique, será uma Hefeweizen ou “Helles”; em Colônia, uma Kölsch, em Hamburgo, uma Astra, e assim por diante.

O copo certo

Não é apenas importante pedir a cerveja certa em cada cidade: cada variedade de cerveja tem seu tipo apropriado de recipiente. A Kölsch, por exemplo, vem num copo de vidro fino de 200 ml. A Hefeweizen se bebe ou numa tulipa de meio-litro, abaulada no alto, ou na caneca tradicional. O copo da pilsen mais parece uma taça de vinho com uma barriguinha de cerveja.

Cerveja… e o que quer que seja

Num país que colocou sob decreto os ingredientes da cerveja, pode-se pensar que todos são puristas. Porém mesmo o alemão mais beberrão de vez em quando mistura a sua cerveja com coisas inimagináveis em outros lugares. Cada combinação tem seu nome especial: o “Radler” é com soda limonada ou Sprite; há inúmeros apelidos para a cerveja com coca-cola. E uma “russe” é metade Hefeweizen, metade Sprite.

Não jogue a garrafa fora

Também famosos por sua consciência ecológica, os alemães são ávidos recicladores. Em geral se paga um depósito por todo casco, como incentivo para que ele seja devolvido, em vez de jogado fora. Como cada garrafa plástica vale 0,25 euro e as de vidro, 0,08 euro, é preciso beber muita cerveja para fazer a viagem de volta até o supermercado valer a pena. Portanto, “prost”!
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O Alemão e sua Filosofia!!

Afirmar que “só se pode filosofar em alemão” é comprar polêmica certa. Contudo, é inegável: o idioma permite sintetizar conceitos complexos de forma extremamente específica e concisa. E também ser genialmente maldoso.Portanto voltamos ás palavras compostas do alemão que falam de filosofia e de mequinharia.

Weltschmerz

O sofrimento pode ser mesquinho ou altruísta, mas nenhuma de suas formas é tão filosoficamente abrangente quanto a “Weltschmerz” (“dor do mundo”). Cunhado pelo escritor Jean Paul, o conceito diagnostica o pessimismo típico do movimento romântico, uma insatisfação crônica e insolúvel com a condição humana. Um sentimento que parece estar novamente em alta, nos últimos anos.

Luftschloss

Há quem reaja ao pessimismo construindo castelos nas nuvens: “Luftschloss” (“castelo de ar”) significa devaneio, fantasia. Na Alemanha do século 16, “construir um castelo no ar” equivalia a ficar sentado no telhado e sonhar. Para o autor americano Jerome Lawrence, aliás, “neurótico é quem constrói um castelo no ar; psicótico é quem mora dentro; psiquiatra é quem recebe o aluguel”.

Verschlimmbessern

Na política, urbanismo, artes, medidas sociais ou cirurgia plástica, por vezes a emenda é pior do que o soneto. Ativismo cego, associado a ignorância e incompetência, pode acarretar resultados tragicamente agravantes. Em alemão, o paradoxal termo composto “Verschlimmbessern” (“melhorar piorando”) resume esse tipo de boas intenções – das quais, dizem, o inferno está tão cheio.

Futterneid

“Inveja da comida” é observada entre cães: mesmo satisfeito, o animal avança sobre a ração alheia assim que vê um companheiro se alimentar. Contudo, só descobrir que se quer algo quando outro mostra interesse pelo mesmo objeto do desejo também é um defeito demasiado humano. Basta pensar na “Futterneid” de consumidores se digladiando durante uma liquidação. Ou em certas disputas amorosas.

Kummerspeck

Você fica deprimido. Para compensar, passa a comer sem controle. Engorda. Todo mundo nota. Os alemães são capazes de exprimir essa cadeia de ocorrências – a materialização da tristeza em tecido adiposo – numa única palavra: “Kummerspeck” (“banha de aflição”). Um diagnóstico que já vem acompanhado do possível antídoto: uma dose de bom humor e autoironia.

Backpfeifengesicht

É injusto, até irracional, mas quem não conhece a sensação? Certas pessoas simplesmente despertam um inexplicável impulso de agressão. Uma petulância, um excesso de autossuficiência… Ou talvez elas tenham mesmo “cara de levar tapa”. Entre a intenção e o ato, porém, é bom lembrar que a questão é subjetiva, e o simpático rosto de uns pode ser a “Backpfeifengesicht” perfeita para outros.

Schadenfreude

Certos termos da língua alemã são considerados intraduzíveis também por revelar realidades que o resto do mundo prefere negar. “Schadenfreude” (literalmente “alegria pelo dano”) indica o prazer malicioso com a desgraça alheia. “Quem, eu? Jamais!” Um sentimento quase inconfessável, até por se originar, tantas vezes, em inveja, mesquinharia e egoísmo.

Fremdschämen

No extremo oposto das emoções complexas, o neologismo “Fremdschämen” (“vergonha alheia”) denota uma forma especial de empatia. Incluído nos dicionários em 2009 e eleito palavra do ano na Áustria no ano seguinte, indica aquele constrangimento por tabela, ao se presenciar outra pessoa numa situação embaraçosa. Mas: já que vergonha é um artigo tão escasso, não seria melhor gastá-la consigo mesmo?

Erklärungsnot

Apanhado/a com a mão na cumbuca: usando o sapato preferido da irmã; recebendo suborno da multinacional! “Mas não é nada do que vocês estão pensando…” Esse tipo de aperto tem um nome específico em alemão: “Erklärungsnot” – “necessidade de explicação” ou “apuros explicativos”. Ou seja: agora a batata quente está na mão do infrator.

Treppenwitz

Nada como uma boa anedota para animar uma festa e conquistar simpatias, e você acaba de ter a genial inspiração para uma… só que uns minutos tarde demais, sua oportunidade passou. É uma típica “Treppenwitz” (“piada de escadaria”), expressão originada diretamente do francês “esprit d’escalier”, aquele comentário espirituoso que só ocorre ao convidado quando ele já vai descendo as escadas.

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História dos Zoológicos alemães

Os zoológicos pelo mundo fazem parte de sua cultura, não apenas do ponto de vista turístico, como também um lugar adorado pelos moradores da cidade.  Todos que os visitam,  tem uma curiosidade natural  em saber como eles vivem e como é o o habitat desses belos espécimes. Na Alemanha  e na Áustria também não é diferente. Os zoológicos na maioria das cidades são muiro antigos , muito importantes e queridos pelos cidadãos. Aqui um pouco da história ilustrada dos zoológicos da Alemanha e Áustria, onde todos os anos, mais de 70 milhões de pessoas os visitam,  para ver tigres, antas, tucanos e outros animais. Ao longo do tempo,  os locais mudaram para melhor e para o bem estar desses animais.

Os pandas estão chegando!

Árvores de escalada, um riacho artificial, plantio de espécies adequadas – a chegada dos ursos panda Jiao Qing (foto) e Meng Meng é acompanhada de muito burburinho. O espaço para pandas-gigantes no Zoológico de Berlim está pronto para receber os ilustres convidados chineses. Mas nem sempre os anfitriões foram tão cordiais com outros animais, como demonstra a história.

Primeiro zoológico na Alemanha

O Jardim Zoológico de Londres inspirou Martin Hinrich Lichtenstein de tal forma que o professor de zoologia quis construir algo semelhante na Alemanha. Em 1841, ele conseguiu convencer o rei prussiano. O monarca disponibilizou 22 hectares do parque berlinense Tiergarten – literalmente “jardim dos animais” – para neles criar o primeiro zoo do país.

A chegada dos primeiros animais

Os “reservatórios abertos de animais” passaram a abrigar a partir de 1845, entre outros, dois quatis, três raposas polares, um chacal, dois texugos, 24 macacos e o presente de um príncipe: três ursos siberianos. Em 1846 vieram leões e tigres; em 1857, os primeiros elefantes; em 1861, a primeira zebra. O lado triste da história: muitos dos animais morreram em sua nova casa.

Animais exóticos em Viena

O Jardim Zoológico de Viena, o Tiergarten Schönbrunn, registrou em 1906 o nascimento do primeiro elefante em cativeiro. Em 1914, com quase 3,5 mil animais de 717 espécies, o Tiergarten era um dos maiores zoológicos do mundo e, assim, um exemplo para os berlinenses. Schönbrunn é hoje o zoo mais antigo do planeta e o mais visitado da Europa.

Precursores principescos

Na segunda metade do século 19, muitos zoológicos foram abertos em curto espaço de tempo em regiões de língua alemã. Depois de Berlim, vieram, entre outros: Frankfurt, Colônia, Hamburgo, Basileia, Leipzig e Szczecin. Em 1571,
rei prussiano Guilherme 4° já possuía um parque selvagem que usava somente para caça e no qual mantinha espécies “estrangeiras” para pesquisa dos naturalistas em sua corte.

Patrimônio histórico versus bem-estar animal

Muitas áreas cercadas, como esta casa de antílopes (foto da construção) foram construídas no século 19 no zoológico berlinense, tentando refletir a origem exótica desses animais. Apesar do requinte estético, tais espaços não correspondem ao bem-estar animal. E uma reforma não é possível porque o serviço de patrimônio histórico rejeita qualquer mudança na construção.

Educação e recreação

No século 20 também foram abertos muitos aquários na Alemanha. Além disso foram instalados também parques transitáveis de macacos, parques marítimos e de aves, ou até mesmos parques de safári onde se pode interagir com os animais a partir do próprio carro. Na esteira do milagre econômico dos anos 1950 e 1960, cidades menores também ergueram seus próprios zoos e parques de animais.

Zoo como jaula

O pós-Guerra presenciou um boom dos zoos. O zoológico se tornou um lugar de observação ao vivo. Nesse contexto, o real bem-estar dos animais assumiu um aspecto secundário. Grades e fossos separavam leões, tigres e elefantes dos visitantes. Somente nos anos 1970 a pesquisa passou a se dedicar à psicologia animal e a tentar mudar o conceito das antigas jaulas dos bichos.

De volta à natureza

Marcos dessa nova compreensão foram os espaços sem grades, construídos pelo naturalista Carl Hagenbeck (1844-1913) em Hamburgo. No “geozoo” de Munique, os animais são mantidos não de acordo com critérios sistemáticos, mas segundo continentes: leões ao lado de zebras, girafas ao lado de elefantes. Em Colônia, zonas verdes fazem recintos confinados se parecer com o habitat natural dos animais.

Futuro dos zoológicos

Jaulas estreitas e caixas de concreto estão em declínio. O futuro também depende da administração correta. Por esse motivo, algumas instituições zoológicas decidiram desistir de seus recintos de elefantes, como foi o caso do Jardim Zoológico de Frankfurt. Com uma área total de 11 hectares no centro da metrópole financeira, ele não podia proporcionar espaço suficiente para os animais.

Pesquisa no zoológico

Os zoológicos cultivam espécies para reintroduzi-las na natureza selvagem. Eles também esclarecem os visitantes sobre os habitats dos animais e lutam pela preservação ambiental. Críticos reclamam, no entanto, que não se pode justificar eticamente que animais sejam mantidos em zoos. Em vez de aprisioná-los, dizem os opositores, deveria ser feito mais por seus habitats naturais.

Habitats e lazer

Todos os anos, mais de 70 milhões de pessoas visitam zoológicos na Alemanha. Muitos deles dispõem, atualmente, de uma ampla oferta de lazer, incluindo parques de aventura, restaurantes temáticos e carrosséis. Recentemente, o zoológico de Colônia inaugurou uma fazenda em que o visitante pode observar mais de perto vacas e cabras, ampliando assim a riqueza de experiências dos moradores da cidade.
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Expressões alemãs inspiradas na natureza

Como já vimos antes, existem várias expressões idiomáticas em todas as línguas. Como falamos da língua alemã, seguem  algumas expressãoes inspiradas na natureza,que podem eventualmente gerar confusão,  se interpretadas literalmente. Aproveitando a chegada do verão europeu, vamos aprender algumas relacionadas ao tão esperado verão e a  natureza.

“Schnee von gestern”

Em lugares frios, mas não tanto, pode ser difícil identificar a neve como tal, um dia depois de ela ter caído. Ou o calor das ruas e os calçados dos pedestres a transformam em lama cinzenta, ou os raios solares a derretem. Quando algo é “neve de ontem” para um alemão, trata-se de um argumento que não é mais relevante, que perdeu a contundência.

“Den Bach runter gehen”

Conversando com uma pessoa mais idosa, é comum ouvir-se que as coisas estão “indo riacho abaixo”. E ela não está se referindo a um passeio de canoa, mas sim a uma irremediável perda de valor, seja no comportamento dos jovens de hoje, seja na qualidade da comida no supermercado. E nem mesmo um bote de salvamento será capaz de trazer os bons tempos de volta.

“Jemandem einen Vogel zeigen”

Excetuado um ou outro ataque aéreo com dejetos, para os habitantes das cidades a maioria dos pássaros é inofensiva. “Mostrar um pássaro” para alguém, contudo, pode não machucar, mas tem chances de ofender. O gesto correspondente é levar o dedo indicador à cabeça, sinalizando: “Está maluco?” No trânsito, uma pergunta retórica que pode sair cara, pois implica multas de até mil euros.

“Katzensprung”

Em alemão, dizer que algo está apenas a um “pulo de gato” nada tem a ver com a proverbial esperteza do felino: trata-se apenas uma distância curta. Uma alusão que pode ser bastante enganosa, considerando-se tanto a disposição atlética dos gatos quanto a preguiça humana.

“Schilderwald”

Uma “floresta de sinais” pode, mas não necessariamente tem que despontar entre as árvores. No país conhecido mundialmente por sua propensão à ordem, de vez em quando as autoridades de trânsito se empolgam demais com a sinalização. E aí, o que fazer ao se ver, de uma vez só, dez sinais indicando coisas diferentes? Simplesmente seguir dirigindo, pois com certeza haverá mais sinalização à frente.

“Das Gelbe vom Ei”

Num ovo, é na gema onde se encontra o maior número de nutrientes. Portanto, a não ser que se esteja preparando um suflê, ela é sua parte mais valiosa. Na linguagem coloquial alemã, falar de “o amarelo do ovo” indica algo de excelente qualidade. Curiosamente, a expressão é mais frequente em contextos negativos, para relativizar o valor de um bem ou de um desempenho.

“In der Pampa”

Essa expressão talvez não agrade aos gaúchos. Na Alemanha, estar “no pampa” é se encontrar no meio do nada, lá onde Judas perdeu as botas. Pois, apesar da beleza das amplas planícies cobertas de vegetação rasteira característica na parte meridional da América do Sul, para os alemães a expressão só reteve a conotação de local desabitado e distante.

“Schwein haben”

Apesar de eles serem úteis e bons de se comer, grande parte da população do planeta não considera os porcos os animais mais atraentes e fofinhos. Mas na terra da wurst, do schnitzel e do eisbein, os suínos não só são os bichos mais consumidos, como os alemães desenvolveram uma relação especial com eles. Portanto, para quem “tem porco”, há motivo para se alegrar: essa pessoa tem sorte.

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Alguns dos mais belos centros históricos da Alemanha

Todos sabem sobre a antiguidade desse país, que data do sec. VIII com o “Sacro Império Romano-Germânico”
O Termo “germânico”era e é  usado para referir-se aos grupos étnicos oriundos da idade do Bronze Nórdica, que falavam línguas germânicas e ocupavam a chamada GERMÂNIA.
Por isso toda a Alemanha, juntamente com os outros países da Europa, formam por si só  um  centro histórico. Como não dá para mostar todos eles, foram selecionados alguns. Para aqueles que gostam e curtem história, vale a pena dar uma olhada ou se puderem fazer uma visita nesses lugares maravilhosos.

Lübeck

O centro antigo de Lübeck, no norte da Alemanha, é cercado pelos braços de um rio. A cidade enriqueceu graças ao comércio no final da Idade Média e várias casas testemunham a prosperidade daquela época. Cerca de 1.800 prédios são protegidos pelo patrimônio histórico. Em 1987, a parte antiga da cidade entrou para a lista de patrimônios mundiais da Unesco.

Wismar

Lübeck e Wismar têm muito em comum, ambas ficam junto à água e foram declaradas patrimônio mundial pela Unesco. O material dominante nos prédios é o tijolo vermelho. Especialmente interessantes em Wismar são três catedrais, o porto e o centro histórico, com as belas fachadas de tijolos

Quedlinburg

Também Quedlinburg, na região de Harz, está na lista da Unesco desde 1994, com a igreja de São Servatius, uma obra-prima arquitetônica do estilo românico, o castelo e o centro antigo. Em cerca de 80 hectares estão concentradas 1.200 casas construídas em estilo enxaimel ao longo de seis séculos. O centro da cidade é formado pela parte antiga, de 994, e a parte “nova”, do século 12.

Görlitz

Detalhes da Renascença, do Gótico e do Barroco convivem lado a lado na cidade próxima à fronteira alemã com a Polônia. As diferentes facetas têm atraído até produtores de Hollywood. Na cidade, foram filmados “Bastardos inglórios”, “O Grande Hotel Budapeste” e “Goethe”. Este último com neve artificial nas ruas do centro histórico. Não é de admirar que Görlitz também seja chamada Görliwood.

Fritzlar

O estado de Hessen, no centro da Alemanha, é um centro do enxaimel por excelência, com mais de 400 mil casas construídas com as típicas fachadas com vigas de madeira. Elas são uma prova da habilidade dos artesãos medievais, que usavam madeira e barro para a beleza e a estabilidade das construções. Na foto, o centro histórico de Fritzlar.

Bamberg

O coração do centro histórico de Bamberg é a antiga prefeitura (Altes Rathaus). Conta-se que o bispo local não queria uma prefeitura, por isso não concedeu um terreno para a construção. Os moradores, então, ergueram o prédio no meio do rio, que hoje é uma das 2 mil edificações tombadas pelo patrimônio histórico. Em 1993, o centro antigo de Bamberg entrou para a lista da Unesco.

Heidelberg

A localização idílica junto ao rio Neckar, com a ponte antiga, o castelo e o centro histórico, atrai turistas desde o século 19. Já poetas e escritores alemães como Goethe, Hölderlin, Heine e Hegel eram fascinados pela pequena cidade, ocupada por quase 12 milhões turistas a cada ano.

 

Rothenburg ob der Tauber

Rothenburg atende todos os clichês de uma cidade antiga alemã: fortificada, idílica, cheia de vielas e muito enxaimel. O centro medieval preservado é cercado por uma muralha, sobre a qual se pode caminhar. Praticamente não há detalhes modernos na paisagem urbana. Rothenburg, junto ao rio Tauber, é uma das principais atrações da Rota Romântica, o mais antigo roteiro turístico da Alemanha.

Passau

Três rios se encontram em Passau, o Ilz, o Inn e o Danúbio, formando um estreito, em que surgiu o centro histórico barroco no século 17. A quantidade de igrejas, mosteiros e conventos (50 ao todo) é uma característica marcante. A catedral de Santo Estêvão tem o mais antigo órgão do mundo. A igreja da diocese, construída no ponto mais alto da cidade, domina a vista.

Freiburg

Ainda que o centro histórico tenha sido reconstruído após a Segunda Guerra, a cidade tem seus atrativos como a catedral construída em estilo gótico entre os séculos 13 e 16. Curiosos são os pequenos canais aquáticos espalhados por toda a cidade. Acredita-se que na Idade Média eles servissem de bebedouro para animais. E quem por engano pisar na água, tem que se casar com alguém de Freiburg!
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Produtos vendidos na Alemanha!

Vi no” buzzfeed.com ” alguns anúncios de produtos vendidos na Alemanha que são, além de estranhos muito divertidos, e vou compartilhar com vocês!!!
Produtos vendidos na Alemanha que você não sabia que precisava Autor

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Palavras do alemão que se contradizem

Depois de um longo período de férias na postagem no Blog, venho com mais uma curiosidade de palavras no alemão. . Parece paradoxal. O alemão tem figuras de linguagem em que uma só palavra é formada por conceitos na realidade contrários, mas que, juntos, fazem sentido. Existem várias palavras nesse sentido. Apesar de parecer estranho, o alemão é uma língua muito lógica. No momento que se entende essa lógica o aprendizado fica muito fácil.

Handschuh – “Sapato de mão”

Em alemão, você pode usar sapatos nas mãos, mas só os fáceis de calçar, não botas ou os de salto alto. Brincadeira, é que a palavra para “luva” – “Handschuh” – literalmente significa “sapato de mão”.

Frauenmannschaft – Time feminino

A palavra “time” em alemão tem uma conotação sexista, pois “Mannschaft” contém a palavra “Mann” – “homem”. Então, quando se trata de uma equipe feminina, é preciso antepor a palavra “Frauen”– “mulheres”, ou seja “Frauenmannschaft”.

Holzeisenbahn – “Trem de ferro de madeira”

A palavra oficial para “trem” em alemão – “Eisenbahn” – é a composição das palavras “ferro” e “trem.” Mas e se o trem, como o brinquedo da foto, for de madeira? Bem, então trata-se de um “trem de ferro de madeira”.

Trauerfeier – “Festa fúnebre”

Luto e celebração soam como opostos, mas em alemão, quando justapostos, significam cerimônia fúnebre, ou funeral. A morte de um ente querido certamente não é motivo para festa, mas o termo reflete que os alemães destacam o lado positivo de um enterro, ou seja, a celebração da vida de quem morreu.

 

Fleischkäse – ou (Leberkäs na Áustria)  “Queijo de carne”

“Queijo de carne” soa como um ingrediente multifuncional para fazer um sanduíche. Mas, na realidade, ele não tem nada a ver com queijo (“Käse”). Trata-se de carne processada comida com pão, um lanche particularmente apreciado na Baviera, onde uma massa comestível compacta é chamada “Kas”.

 

Hassliebe – “Amor-ódio”

Em português, falamos em “relação de amor e ódio” para descrever um relacionamento complicado. O que parece um paradoxo, também existe no alemão, juntando as palavras “Hass” – ódio – e “Liebe” – amor. Na foto, o ator alemão Klaus Kinski agarra o cineasta Werner Herzog nas filmagens de “Cobra Verde”, em 1987. Na realidade, os dois eram muito amigos e fizeram vários filmes juntos.

Wahlpflichtfach – “Disciplina de escolha obrigatória”

Até que ponto uma “escolha obrigatória” é democrática? “Wahl” – escolha – “pflicht” –obrigatoriedade –”fach” – matéria, disciplina. Portanto: a “disciplina de escolha obrigatória”. No ginásio do ensino médio alemão, os alunos são obrigados a escolher disciplinas e descartar outras.

 

Notausgang – “Saída de emergência”

Pela forte influência do inglês, a palavra “Not” tem uma conotação negativa, pois significa “não”. Mas, no alemão, “Not” significa “emergência”. Portanto, não se confunda com “Notausgang”, pois é a saída de emergência.

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As Bibliotecas mais impressionantes da Alemanha

Para você que vai para a Alemanha ou esta lá. Gosta de livros e cultura, vai uma dica de algumas das mais belas e impressionantes bibliotecas!!
“A única coisa que se precisa saber com certeza é onde fica a biblioteca”, disse Albert Einstein uma vez. Confira aqui uma seleção de algmas bibliotecas na Alemanha, em estilos que vão do barroco ao modernismo sem adornos.

Biblioteca Municipal de Stuttgart19451235_303

Projetada para ser um centro de produção cultural, a Biblioteca Municipal de Stuttgart foi construída em 2011, como um cubo de nove andares. As paredes externas são de tijolos de vidro levemente acinzentados. No interior, ela é totalmente branca. Os livros que revestem os cinco andares do luminoso vão interno são os únicos arroubos de cor. À noite, a biblioteca é iluminada em diferentes cores.

Biblioteca Anna Amalia19451249_303

A Biblioteca Anna Amalia é uma pequena joia em Weimar que abriga livros, mapas, partituras e registros ancestrais. O seu nome é uma homenagem à duquesa, que fez com que os livros da corte fossem transferidos para o edifício rococó em 1766. Um incêndio em 2004 destruiu parte da preciosa coleção. O prédio considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco foi reaberto após três anos de restauração.

Biblioteca Augusta19451241_303

A Biblioteca Duque Augusto em Wolfenbüttel é uma das mais antigas do mundo entre as que chegaram aos dias atuais sem perdas em suas famosas coleções. Ela foi transformada numa das maiores bibliotecas europeias de sua época pelo duque Augusto (1579-1666), um ávido colecionador de livros. Ainda hoje, os acadêmicos continuam a recorrer à instituição por sua riqueza em literatura medieval.

Biblioteca Foster19451270_303

Devido à sua forma craniana, esta instituição berlinense foi apelidada de “o cérebro”. Ela abriga as bibliotecas dos Departamentos de Filosofia e Humanidades da Universidade Livre de Berlim e logo se tornou um marco arquitetônico. Inaugurada em 2005, ela foi projetada pelo arquiteto britânico de renome internacional Norman Foster.

Biblioteca de Ciências de Oberlausitz19451824_303

Localizada em Görlitz, junto à fronteira com a Polônia, a Biblioteca de Ciências de Oberlausitz remonta a 1806. Simples, mas convidativa, trata-se de um dos mais impressionantes exemplos classicistas de prédios de biblioteca. Mais de 140 mil livros documentam a história, cultura, natureza e sociedade da região que vai de Dresden, no Oeste, até Wroclaw, no Leste.

Centro Jacob e Wilhelm Grimm19468593_303

O espetacular Centro Grimm é parte da Universidade Humboldt de Berlim. Construído em 2009, ele abriga uma biblioteca e os serviços de informática e mídia da universidade. A sala de leitura (foto) se localiza no centro do edifício. Por sua dimensão e sua concepção espacial quase cênica, ela proporciona “a sensação de ler a céu aberto”, diz o arquiteto Max Dudler

Biblioteca Estadual da Baviera19451260_303

As coleções iniciadas em meados do século 16 cresceram para mais de 10 milhões de volumes na Biblioteca Estadual da Baviera em Munique, antes conhecida como Biblioteca Regia Monacensis (Biblioteca Real de Munique). Entre 1832 e 1843, o acervo foi transferido para o prédio atual, que foi completamente destruído na Segunda Guerra. A biblioteca levou anos para ser reconstruída.

Sala de leitura Kolumba19457004_303

A sala de leitura do Museu Kolumba, em Colônia, é uma joia por si mesmo. Trata-se de um espaço para contemplação, com paredes revestidas de madeira rajada e uma vista deslumbrante para a metrópole renana a partir de suas altas janelas. Os livros? Catálogos de exposição, publicações individuais e uma coleção variável de romances, livros de arte e infantis, selecionados pela equipe do museu.
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Palavras com duplo sentido

A língua alemã tem muitas palavras compostas,  e  também muito curiosas e com duplo sentido ( como em todas as línguas). Hoje selecionei algumas dessas expressões curiosas  para  vocês .Como existem muitas delas e não dá para colocar todas vou postando aos poucos para vocês aprenderem.

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É normal que as mães se preocupem com os filhos e ajudem no que for possível para que eles cresçam saudáveis e equilibrados. Entretanto, algumas delas exageram na atenção, tornando-se o que os alemães ironicamente chamam de Helikoptermutter (Mutter = mãe, Helikopter = helicóptero). A “mãe helicóptero” quase não tem vida própria. Seu cotidiano gira única e exclusivamente em torno do pimpolho.

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Ter uma Schlusslicht no carro é obrigação. Mas ser uma Schlusslicht ninguém quer! Em seu sentido original, a palavra Schlusslicht (Licht = luz, Schluss = final) significa “luz traseira, lanterna traseira”. Mas, usada ironicamente, significa “último colocado”, “lanterninha”

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Nos anos 1950, um engenheiro húngaro teve a ideia de diminuir a energia gerada no choque entre veículos. Assim, os carros passaram a ter, principalmente nas partes frontal e traseira, uma Knautschzone (Zone = área; knautschen = amassar). A “zona de amasso”, diga-se de passagem, já salvou muitas vidas!

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Os trens da Alemanha têm fama de serem pontuais. Mas o Luftzug (Zug = trem, Luft = ar) é muito especial. Ele não tem lugar nem hora certa para passar. E há ainda pessoas que detestam tomar um “trem de ar”, que nada mais é do que o que chamamos de corrente de ar.

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Quem não conhece aquelas balas deliciosas que grudam nos dentes? Até os dentistas devem gostar dessa guloseima pois além de gostosas elas trazem mais pacientes aos consultórios. Apropriadamente o alemão coloquial denomina essas balinhas de “arranca obturação”. Plombenzieher: ziehen = puxar, arrancar + Plombe = obturação.

Armutszeugnis0,,18886905_303,00

Antigamente na Alemanha, quem não podia pagar os gastos de um processo tinha que apresentar um atestado que comprovasse sua pobreza. Hoje, o “Armutszeugnis” (Zeugnis = atestado, certificado; Armut = pobreza) não é mais usado, mas a expressão ficou e é empregada para definir fraqueza de caráter ou incapacidade de fazer algo.

Reisefieber0,,18848013_303,00

Você já teve “febre de viagem”? Imagine só a situação: às vésperas de uma viagem, você começa a se sentir mal, dor de cabeça, suor nas mãos. Ficar doente agora não dá! Calma, não é nada grave. Na maioria dos casos, são apenas sintomas comuns do que os alemães chamam de Reisefieber (Fieber = febre, Reise = viagem). É aquela mistura de nervosismo, ansiedade e excitação que antecedem uma viagem.

Ohrfeige0,,18593091_303,00

Cru, seco ou em calda, o figo é uma fruta muito apreciada por seu valor nutritivo. Receber figos de presente é bom, mas receber um “figo na orelha” ninguém quer! A palavra Ohrfeige (Feige = figo, Ohr = orelha) não tem nada a ver com a fruta. No alemão coloquial significa simplesmente uma bofetada no rosto.

Luftsch0,,18454179_303,00loss (das)

Uma mansão com piscina, quadra de tênis, sala de cinema, garagem com no mínimo um BMW e um Porsche dentro. Um cruzeiro pelo mundo… Para se construir um Luftschloss (Schloss = castelo, Luft = ar) não é necessário ser engenheiro ou arquiteto. Basta colocar a imaginação para funcionar e dar asas à fantasia que o “castelo de ar” fica pronto rapidamente. Afinal, sonhar não custa nada!

0,,18304459_303,00Gewohnheitstier (das)

Tem gente que gosta de novidades. Outros, entretanto, preferem aquilo que já conhecem: férias sempre no mesmo lugar, jantar sempre no mesmo restaurante, sempre a mesma marca de carro… Para definir esse tipo de criatura de hábitos arraigados, o alemão usa o termo Gewohnheitstier (Tier = animal, Gewohnheit = hábito)
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Férias de verão na Alemanha

Eu sei que o verão já está no meio da temporada, mas nunca é tarde para aprender alguns termos úteis para quem estiver pensando em passar ou  passando o verão na Alemnha. Então aqui vão 10 termos úteis para as férias de verão na Alemanha.

Urlaubsreif0,,15822342_303,00

Após meses de trabalho duro, qualquer um sente que tem todo direito de sair de férias. Ou que está “maduro para as férias”, como quer a expressão em alemão. Portanto, antes de cair do galho, é hora de colocar na mala o biquíni ou calção de banho e os óculos de sol. Ou as luvas, gorro e esquis, já que a palavra também vale para as férias de inverno.

Fernweh / Heimweh 0,,19345810_303,00

Essa tem uma origem curiosa: “Weh” = dor, “Heim” = lar; portanto “Heimweh” = saudades de casa. Daí acabou se derivando “Fernweh”: saudades do que está longe, incontrolável vontade de partir para o desconhecido. Uma especialidade do povo que é campeão tradicional das viagens (só destronado em 2012 pelos chineses). Alguns alemães até brincam: “Também, com o clima que a gente tem por aqui…”

 

All-Inklusive-Urlaub 0,,18797571_303,00

Férias com tudo incluído é quando não basta não ter que cozinhar: o veranista nem quer o trabalho de procurar um restaurante. Um convite aos quilos extras e o porre crônico, já que alguns desses pacotes de viagens – “All-In” para os íntimos – incluem não só todas as refeições, como também bebida à vontade. Um termo equivalente, mas que ganhou conotação ligeiramente pejorativa é “Pauschalurlaub”.

Reiserücktrittsversicherung 0,,18628169_303,00

Os alemães são obcecados pela segurança – segundo reza o clichê. E esse afã de estar sempre um passo adiante do acaso redunda numa infinita variedade de planos de seguro. Muito apreciado pelos turistas é o seguro de anulação de viagem, que garante o reembolso em caso de doença, crise no país de destino ou outros. Sobra o risco de torcer a língua ao pronunciar “Reiserücktrittsversicherung”!

Sommerfrische 0,,17769781_303,00

Literalmente “frescor veranil”, “Sommerfrische” é um termo mais ou menos antiquado, datando do século 19. O dicionário dos Irmãos Grimm o define como uma estada de descanso no campo durante os meses de verão – na época, um privilégio basicamente reservado à nobreza. Lembre-se que, na falta de sistemas de esgoto, os meses quentes nas cidades grandes eram tudo, menos “frescos”.

Affenhitze 0,,18877019_303,00

Enquanto outros suam como porcos, os alemães apelam para outro animal, quando o calor é intenso demais: “Affenhitze” é um “calor de macaco”. Aparentemente o termo tem menos a ver com nossos parentes primatas e sua capacidade de suar do que com o clima quente das regiões onde eles costumam viver.

Sonnenstich 0,,19328664_303,00

Em pleno processo de bronzeado, o veranista sente dor de cabeça, tontura, náusea, desorientação, desmaia até: claros sintomas de uma insolação. Ou, como quer poeticamente o idioma alemão: uma “picada de sol”. “Strandkörbe” como as da foto, onipresentes nas praias do Mar do Norte, foram criadas por volta de 1910 justamente como prevenção desse efeito colateral das férias ao sol.

Freibad 0,,19407695_303,00

Armadilha clássica para os novatos na Alemanha: “Freibad” quer dizer “banho livre”. Piscina de graça? Ôba! Na verdade, trata-se, sim, de piscinas públicas – das quais há cerca de 7 mil na Alemanha. Mas o “frei” se refere a serem ao ar livre, em oposição ao “Hallenbad”, que é fechado. Por outro lado, para entrar em ambas basta pagar o ingresso, geralmente módico, sem exame médico nem atestados.

Sauregurkenzeit 0,,18030946_303,00

O verão é “tempo de picles” na Alemanha, mas não porque se comam mais pepinos em conserva nessa estação. No século 18 os alimentos frescos eram escassos nos meses de calor, e por vezes picles era tudo o que restava para comer. Mais tarde a palavra foi reciclada para designar épocas de pouco trabalho. Com o Parlamento em recesso, o verão é “Sauregurkenzeit” para os jornalistas, por exemplo.

Altweibersommer 0,,15404479_7,00

À primeira vista, o nome do fim gradual da estação quente na Alemanha, a partir de setembro, parece ser “verão das velhotas”. No entanto a real origem dessa palavra é incerta: segundo uma teoria, viria de “weiben”, termo arcaico para “tecer”, referência às aranhas que aparecem no outono, cujas teias lembram cabelos brancos. Enfim, mais um dos mistérios insolúveis da venerável língua alemã.
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