Dez Clichês sobre os alemães

Em todos os países existem aqueles clichês ou “pré-conceitos” que todos nós temos a respeito de outros países. Alguns são verdadeiros e outros exagerados ou mentira. Tipo: “Os italianos falam alto e gesticulam muito”(esse é verdade). “Os brasileiros so pensam em samba e futebol.” “Alemão só come batata, bebe cerveja o dia todo e anda de calça de couro pelas ruas.”, e assim por diante. Vou passar alguns dos clichês mais comuns que se tem a respeito do povo alemão, esclarecendo assim algumas dúvidas do que é verdade ou mentira sobre eles. Mas mesmo assim deixo para que tomem a própria conclusão principalmente para aqueles que já foram ou que estão indo. Deixem um recado relatando as suas experiências quando na Alemanha! Alles Liebe

Alemão só come salsicha e chucrute

17087863_303O alemão na realidade come muita batata e pão. E os pratos tradicionais contêm muita gordura e carne de porco. Mas, nos últimos anos, a cozinha alemã se reinventou e ficou mais leve, atendendo a um gosto mais internacional.

Alemão bebe cerveja o dia todo

Os alemãe19184475_303s estão entre os principais consumidores per capita de cerveja no mundo, mas não se trata apenas de uma questão de quantidade. É porque eles prezam a qualidade de sua cerveja. Aliás, o país também tem excelentes vinhos e destilados. E, diga-se de passagem, a bebida mais consumida é o café.

Não há limite de velocidade

Há, sim! Seja em lo19180836_303cais perigosos, por questões de barulho ou climáticas, cerca de 30% dos trechos de Autobahnen têm velocidade limitada, segundo o Automóvel Clube Alemão (ADAC).

 

Todos usam calça de couro

Apenas na Bav16158004_303iera são usados o Dirndl (vestido típico) e a calça de couro. E não por todos os quase 13 milhões de habitantes do estado. Seria o mesmo que dizer que no Brasil todos andam com saia de baiana ou de bombacha, ou que todos sabem sambar.

O idioma alemão é rude

17565360_303Muitos vídeos nas redes sociais e filmes da 2ª Guerra ajudam a propagar o clichê de que o idioma alemão soa de forma ríspida. Tudo bem, não é como o francês, mas é tudo uma questão de entonação.

Alemães não são educados

Os alemães são f15637357_303rancos, mas não mal-educados. Eles vão direto ao assunto e dizem a verdade porque simplesmente não gostam de ficar falando só por falar. É preciso ver isso como uma forma de eficiência. E que o alemão é eficiente, esse sim é um dos poucos clichês que conferem.

Alemanha é o país dos cachorros

Na realida15885952_303de, a maioria das pessoas na Alemanha possui gato (28%, enquanto 23% tem cachorro). Segundo um estudo da Universidade de Göttingen, entre os animais domésticos na Alemanha há 11,5 milhões de gatos e 6,9 milhões de cachorros. Mas quando questionados sobre o animal que lhes é mais simpático, a maioria diz preferir o cão.

Alemão não tem senso de humor

O alemão nã19224860_303o acha graça nisso. Afinal, rir é universal, mas há diferenças sobre do que rimos. Achar graça de alguma coisa é uma questão cultural, e, se os bons humoristas alemães não são conhecidos no exterior, talvez seja porque só os alemães os entendem.

O alemão é severo

Talvez es17528874_303te clichê tenha surgido por causa da eficiência alemã. O alemão gosta de problemas resolvidos. Ele gosta das coisas previsíveis, por isso sabe exatamente quando chega o metrô. Mas isso não quer dizer que ele seja severo.

Schwarzenegger é alemão

O ex-govern16538405_303ador da Califórnia Arnol Schwarzenegger é austríaco, o que, para os que entendem alemão, pode ser facilmente notado no seu jeito de falar.

 

Fonte

As Bibliotecas mais impressionantes da Alemanha

Para você que vai para a Alemanha ou esta lá. Gosta de livros e cultura, vai uma dica de algumas das mais belas e impressionantes bibliotecas!!
“A única coisa que se precisa saber com certeza é onde fica a biblioteca”, disse Albert Einstein uma vez. Confira aqui uma seleção de algmas bibliotecas na Alemanha, em estilos que vão do barroco ao modernismo sem adornos.

Biblioteca Municipal de Stuttgart19451235_303

Projetada para ser um centro de produção cultural, a Biblioteca Municipal de Stuttgart foi construída em 2011, como um cubo de nove andares. As paredes externas são de tijolos de vidro levemente acinzentados. No interior, ela é totalmente branca. Os livros que revestem os cinco andares do luminoso vão interno são os únicos arroubos de cor. À noite, a biblioteca é iluminada em diferentes cores.

Biblioteca Anna Amalia19451249_303

A Biblioteca Anna Amalia é uma pequena joia em Weimar que abriga livros, mapas, partituras e registros ancestrais. O seu nome é uma homenagem à duquesa, que fez com que os livros da corte fossem transferidos para o edifício rococó em 1766. Um incêndio em 2004 destruiu parte da preciosa coleção. O prédio considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco foi reaberto após três anos de restauração.

Biblioteca Augusta19451241_303

A Biblioteca Duque Augusto em Wolfenbüttel é uma das mais antigas do mundo entre as que chegaram aos dias atuais sem perdas em suas famosas coleções. Ela foi transformada numa das maiores bibliotecas europeias de sua época pelo duque Augusto (1579-1666), um ávido colecionador de livros. Ainda hoje, os acadêmicos continuam a recorrer à instituição por sua riqueza em literatura medieval.

Biblioteca Foster19451270_303

Devido à sua forma craniana, esta instituição berlinense foi apelidada de “o cérebro”. Ela abriga as bibliotecas dos Departamentos de Filosofia e Humanidades da Universidade Livre de Berlim e logo se tornou um marco arquitetônico. Inaugurada em 2005, ela foi projetada pelo arquiteto britânico de renome internacional Norman Foster.

Biblioteca de Ciências de Oberlausitz19451824_303

Localizada em Görlitz, junto à fronteira com a Polônia, a Biblioteca de Ciências de Oberlausitz remonta a 1806. Simples, mas convidativa, trata-se de um dos mais impressionantes exemplos classicistas de prédios de biblioteca. Mais de 140 mil livros documentam a história, cultura, natureza e sociedade da região que vai de Dresden, no Oeste, até Wroclaw, no Leste.

Centro Jacob e Wilhelm Grimm19468593_303

O espetacular Centro Grimm é parte da Universidade Humboldt de Berlim. Construído em 2009, ele abriga uma biblioteca e os serviços de informática e mídia da universidade. A sala de leitura (foto) se localiza no centro do edifício. Por sua dimensão e sua concepção espacial quase cênica, ela proporciona “a sensação de ler a céu aberto”, diz o arquiteto Max Dudler

Biblioteca Estadual da Baviera19451260_303

As coleções iniciadas em meados do século 16 cresceram para mais de 10 milhões de volumes na Biblioteca Estadual da Baviera em Munique, antes conhecida como Biblioteca Regia Monacensis (Biblioteca Real de Munique). Entre 1832 e 1843, o acervo foi transferido para o prédio atual, que foi completamente destruído na Segunda Guerra. A biblioteca levou anos para ser reconstruída.

Sala de leitura Kolumba19457004_303

A sala de leitura do Museu Kolumba, em Colônia, é uma joia por si mesmo. Trata-se de um espaço para contemplação, com paredes revestidas de madeira rajada e uma vista deslumbrante para a metrópole renana a partir de suas altas janelas. Os livros? Catálogos de exposição, publicações individuais e uma coleção variável de romances, livros de arte e infantis, selecionados pela equipe do museu.
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